Trauma Zer0
BR

Tz0 Metering · NR-1 e riscos psicossociais

A NR-1 no dia a dia, não num questionário.

Desde 26 de maio de 2026, a fiscalização dos riscos psicossociais no PGR deixou de ser só orientação. O Trauma Zer0 lê o que o uso das máquinas já revela — jornada, descanso, trabalho fora de hora —, mostra ao RH quem está saindo do próprio padrão e guia o cuidado passo a passo. Cada passo fica registrado e, no fim, um dossiê lacrado vai para a pasta do funcionário: a prova de que a empresa percebeu, agiu e acompanhou.

O caminho

Medir, perceber, cuidar, provar.

A Portaria MTE 1.419/2024 levou os fatores de risco psicossocial para dentro do gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO) e do PGR. Na fiscalização, ninguém pergunta se a empresa tem uma política de bem-estar. Pergunta o que ela identificou, o que fez e como acompanhou.

MedirOs fatores de risco da organização do trabalhoIndicadores por equipe — descanso entre jornadas, folga semanal, jornada acima do limite, trabalho à noite e fora do expediente — para o inventário de riscos do PGR.
PerceberQuem está saindo do próprio padrãoCada pessoa comparada com ela mesma, não com os colegas, em nove sinais e quatro faixas: sem sinal, acompanhar, conversar e agir.
CuidarUm plano com responsável e prazoAlinhar com o líder, ouvir a pessoa, agir e revisar, com a ata e o documento anexados a cada passo.
ProvarO dossiê lacradoAo fechar o plano, um hash SHA-256 lacra tudo o que foi registrado; o dossiê em PDF mostra o que a empresa fez e se o conteúdo ainda confere.

Medir

O PGR pede o inventário de riscos. A jornada já está nas máquinas.

Os indicadores saem do tempo de uso das máquinas que o Tz0 Metering já coleta — a Saúde das pessoas faz parte dele —, lidos à luz das regras de jornada e descanso da CLT: 11 horas entre jornadas (art. 66), descanso semanal (art. 67), limite de horas extras (art. 59), intervalo (art. 71) e trabalho noturno (art. 73). O resultado sai por equipe, só para grupos com cinco pessoas ou mais, e alimenta o inventário de riscos e o plano de ação do PGR.

Saúde das pessoas no Trauma Zer0: indicadores da empresa e equipes por nível
A empresa inteira, em seis números. Na semana, 40% das pessoas tiveram menos de 11 horas de descanso entre uma jornada e outra e 27% passaram do limite de horas extras. A equipe de Suporte aparece em nível alto; as equipes com menos de cinco pessoas não aparecem sozinhas, para proteger a identidade.
Jornada e sobrecarga de um grupo: horas ativas, descanso entre jornadas e tamanho dos dias
O dia a dia de um grupo. Horas ativas por pessoa, a parte das pessoas que trabalhou fora do expediente em cada dia e o tamanho dos dias trabalhados. É a evidência de jornada e descanso que o inventário de riscos pede, sem planilha e sem questionário.

Perceber

Cada pessoa comparada com ela mesma, não com os colegas.

Quem sempre trabalhou até as 19h não é sinal. Quem passou a trabalhar até as 22h, é. O Trauma Zer0 compara as três últimas semanas de cada pessoa com as oito anteriores em nove sinais — expediente se espalhando, descanso curto, jornada subindo, sem folga, comunicação fora de hora, perda de foco, fragmentação, faltas crescendo e atrito com a máquina — e soma uma nota de 0 a 100. A faixa só muda depois de duas semanas seguidas: uma semana ruim não dispara alarme.

Pessoas que pedem atenção: faixas Agir, Conversar e Acompanhar, planos abertos e lista por nota
Quem pede atenção, da nota mais alta para a mais baixa. As faixas Agir, Conversar e Acompanhar, o quanto a informação de cada pessoa já é confiável e quantos planos estão abertos. O contador “em Agir sem plano” existe para que nenhum sinal forte fique sem resposta.
Ficha da pessoa: nota contra o próprio padrão, faixa, qualidade da informação e o líder da equipe
A ficha da pessoa. A nota, de onde ela veio e a qualidade da informação: com pouco histórico, a nota vale como indício, e a tela diz isso. O RH alinha com o líder antes de falar com a pessoa.
Sinais da pessoa contra o padrão dela e o que conversar e o que fazer
Sugestões para cuidar, nunca para punir. Cada sinal mostra o número de agora contra o padrão da própria pessoa e o que conversar. A conversa é sobre como a pessoa está e o que mudou no trabalho — nada de citar o que ela acessou.

Cuidar

Do sinal ao plano de cuidado, com data, autor e documento.

O plano segue os passos que sustentam uma defesa: abertura com o que acendeu, alinhamento com o líder, escuta da pessoa, ações com responsável e prazo — carga e prazo, escala e descanso, bem-estar, ambiente, equipamento, liderança e relações, desenvolvimento, saúde ocupacional — e revisões com o antes e o depois. Nada se apaga: para corrigir, registra-se de novo. Atas assinadas, e-mails e comprovantes ficam anexados ao evento a que pertencem. O conteúdo clínico fica com o médico, fora do sistema.

Plano de cuidado fechado e lacrado, com antes e agora, fechamento e seis ações concluídas
Seis meses em uma tela. Plano aberto em março com nota 72, em Agir; seis ações concluídas — prazo renegociado com o cliente, fim dos acionamentos à noite, médico do trabalho, apoio psicológico, reforço na equipe e conversas quinzenais com o líder — e fechamento em agosto com nota 24, sem sinal. A pessoa saiu da empresa a pedido e tomou ciência do plano.

Provar

Quando a pessoa sai e entra com uma ação, a empresa tem o que mostrar.

Em ação trabalhista por adoecimento ligado ao trabalho, pesa o que a empresa fez para prevenir. Ao fechar o plano, o Trauma Zer0 calcula um hash SHA-256 de todos os registros e documentos e o grava uma única vez; daí em diante o plano é só leitura. O dossiê em PDF traz a identificação, o motivo, o antes e o depois, as ações, a linha do tempo, o fechamento, quem acessou e o próprio hash, com espaço para assinaturas — para imprimir, guardar na pasta do funcionário e entregar à perícia se for preciso.

Linha do tempo do plano de cuidado com cada evento, data, autor e documentos
Quatorze registros, do mais novo para o mais antigo. Cada evento com data, autor e os documentos dele: a ata da escuta assinada pela própria pessoa, as atas das revisões, o comprovante do encaminhamento ao médico do trabalho e o termo de ciência no fechamento. Os planos fechados ficam guardados por dois anos, prazo que a empresa pode configurar.

Telas de um parque real em operação, com os nomes das pessoas trocados. O plano de seis meses é um caso de demonstração, com dados fictícios.

Quem vê

Dado de pessoa não é dado de máquina.

Informação sobre a jornada e o comportamento de alguém é delicada, e um sinal de sobrecarga chega perto do dado de saúde, que a LGPD trata como sensível. Por isso o módulo já nasce com as travas ligadas.

Quem vê: RH e SESMT veem todas as pessoas; os líderes veem só a própria equipe
RH e SESMT veem todos; o líder, só a própria equipe. O líder vem do cadastro de equipes e do e-mail do AD. Equipe sem líder com e-mail continua invisível para ele até o RH configurar.
Nos indicadores, só aparecem equipes com cinco pessoas ou mais; as menores entram apenas no total da empresa.
RH e SESMT veem as pessoas pelo nome; o líder vê só a própria equipe. A regra vale no servidor, não na tela.
Todo acesso a uma ficha é registrado antes de ela abrir, e o registro de quem acessou entra no dossiê.
Não há exportação em massa da lista de pessoas.
A análise por IA recebe só os números do recorte, nunca o nome da pessoa.
O que entra é tempo e horário somados por hora. Teclado, telas, títulos de janela, sites, mensagens e documentos ficam de fora.
Tudo fica no servidor da própria empresa: o Trauma Zer0 é instalado na sua infraestrutura e não recebe esses dados.
O módulo pode ser desligado por quem não usa.

Aviso honesto

Não é diagnóstico, não é ponto e não substitui ouvir as pessoas.

A nota é um indício técnico para o RH oferecer cuidado a tempo e documentar o que fez. Não identifica burnout nem qualquer doença, não é avaliação de desempenho e não serve para punir ou demitir. Não substitui a avaliação dos riscos psicossociais feita com os trabalhadores, que a NR-1 também pede, nem o médico do trabalho ou o profissional de segurança. Também não é controle de ponto: o registro de jornada continua sendo o do artigo 74 da CLT.

E um cuidado que vale para qualquer registro: sinal anotado sem resposta pesa contra a empresa. Por isso o produto conta quem está em Agir sem plano, e por isso vale combinar com o jurídico trabalhista como o uso será comunicado aos funcionários.

Traga o seu PGR.

Conversa técnica de 30 minutos: mostre como a empresa faz hoje o inventário de riscos psicossociais, e indicamos o que a plataforma mede, o que fica com o RH e o que fica com a avaliação junto aos trabalhadores.