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Módulo · desempenho

Tz0 Performance

Desempenho e saúde das estações

A máquina lenta tem causa. E ela aparece antes de virar chamado.

Medição contínua · o gráfico existe antes do chamado

Ilustração isométrica: um servidor com gráficos ligado a estações e notebooks, cada um com um escudo de verificação

Parque inteiro

Cada máquina reporta. O servidor entende o conjunto.

O agente em cada equipamento envia CPU, memória e disco para o servidor do Tz0, que lê o parque como um todo — na rede da empresa, em home office ou na estrada. Você deixa de olhar máquina por máquina e passa a enxergar onde o gargalo está, antes de alguém abrir chamado.

tz0.suaempresa.local/performance/status
Índice de performance do parque no console do Tz0: 39,37%, com a distribuição de CPU, memória e disco por máquina
Tz0 Performance · console web

Captura do console, de um parque em operação. Identificação de máquina trocada; números intactos.

O que ele mede

Três recursos, uma pergunta: essa máquina dá conta?

O Tz0 Performance acompanha CPU, memória e disco de cada equipamento ao longo do tempo — não no instante em que alguém reclama. Ele mostra o parque inteiro numa régua, desce até uma máquina específica e ainda diz o que fazer: trocar o disco, reforçar a memória ou aposentar o que está folgado demais.

CPU, memória e disco no tempo

O agente registra o uso de cada recurso hora a hora. A tela mostra a curva da semana, não o pico de um segundo — é a diferença entre “está lento agora” e “vive no limite”.

Status do parque numa régua

Cada máquina recebe uma nota — de “very good” a “critical” — por CPU, por memória e por disco. Dá para ver de longe quais equipamentos estão sofrendo, e em quê.

Sugestão de ação

Onde há folga demais, o módulo sugere downgrade; onde falta espaço, upgrade de disco. A troca de hardware deixa de ser palpite e passa a ter um porquê medido.

Como funciona

Da medição à decisão de troca.

A medição é contínua e incremental: quando o chamado chega, a curva daquela máquina já está no servidor.

01 Medir Mede CPU, memória e disco na estação, o tempo todo. 02 Enviar Só a diferença trafega na rede local. 03 Consolidar Servidor põe o parque todo na mesma régua. 04 Apontar Mostra quem está no limite e desde quando. 05 Decidir Trocar, reforçar ou aposentar. A máquina lenta de quem nunca abriu chamado aparece do mesmo jeito — o gráfico não espera a reclamação.

Console

Do parque ao equipamento, tudo no navegador.

Tela de status de dispositivo do Tz0 Performance, com o índice geral do parque em 39,37% e a distribuição de CPU, memória e disco por 29 máquinas
O parque inteiro, numa régua só. Índice geral em 39,37%, e a distribuição de CPU, memória e disco em 29 máquinas — de “very good” a “critical”. Embaixo, cada dispositivo com suas três barras coloridas: dá para ver de longe qual está sofrendo e em quê.
Tela de performance de uma máquina no Tz0, com uso médio de CPU, memória e disco e a curva de uso hora a hora na semana
Uma máquina, hora a hora. Do parque se desce até um computador: CPU em 45,21% (uso normal), memória em 38,20% (normal), disco C em 97,79% — uso extremo. A curva mostra a semana inteira, não uma foto do instante. O disco cheio aparece antes de travar.
Tela de sugestões do Tz0 Performance, com recomendações de downgrade ou upgrade de disco por dispositivo
E o que fazer com o número. O módulo não para no gráfico: recomenda. Máquina folgada demais recebe sugestão de downgrade; disco apertado, de upgrade — com o clock e o espaço livre de cada uma ao lado. Medir vira decisão de compra, não achismo.

Telas de um parque real em operação, não de ambiente de demonstração. Identificação de máquina foi trocada por equivalente genérico antes da publicação; percentuais, clock, capacidade e interface estão intactos.

Descubra qual máquina do seu parque está no limite.