Casos de sucesso Grupo RBS
4.500 estações, dois estados, seis sucursais.
Comunicação multimídia no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com escritórios no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Distrito Federal, em Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul. Emissoras, rádios, jornais e portais — e um parque de TI espalhado por cidades onde nem sempre existe técnico no local.
O ponto de partida
O inventário chegava sempre com um mês de atraso.
Régis Santos Zanini, gerente de infraestrutura e segurança corporativa do grupo, não descreve falta de ferramenta. Descreve falta de um número em que desse para confiar na hora de decidir compra ou remanejamento de estação.
Meu maior problema era a questão do inventário. Nós nunca possuímos um inventário correto e preciso, normalmente desatualizado de um mês atrás.
A escolha
Já tinham testado ferramenta grande.
O grupo avaliou outras soluções de gestão do ciclo de vida de TI, incluindo produto de marca mundial. O que pesou na decisão foi a customização das telas para o jeito de trabalhar da RBS: o produto se ajustou ao processo que já existia, em vez de exigir o contrário.
Havia experimentado outras soluções, inclusive ferramentas poderosas como um produto conhecido mundialmente. Porém, não foi essencial como o Trauma Zer0.
O que roda lá
Um agente, três módulos.
As 4.500 instalações atendem três frentes ao mesmo tempo — levantar o parque, distribuir software e atender à distância. É o mesmo agente nas três.
O que mudou
Decidir compra sem esperar o levantamento.
A política de reposição de estações depende de saber o que existe dentro de cada máquina. Isso era um projeto de dois a três meses; passou a ser uma consulta.
Antigamente, era necessário esperar dois a três meses. Hoje conseguimos obter em tempo real o conhecimento de quais softwares ou hardwares precisamos comprar ou remanejar.
Utilizamos com grande frequência a parte de gerenciamento de estações para atendimento remoto, principalmente nos locais distantes onde não possuímos técnicos disponíveis.
O próprio help desk do grupo passou a atender pela console do Tz0, inclusive dentro da sede — chamado que antes pedia deslocamento até a estação passou a ser resolvido do lugar onde o analista já estava.
O fechamento
O treinamento veio antes da configuração que importava.
A instalação inicial foi feita por uma empresa de outsourcing contratada pelo grupo: subiu os módulos e demonstrou o básico. A configuração que de fato mudou o dia a dia só veio depois que a equipe da RBS passou pelo treinamento — e é essa ordem que Zanini destaca.
Somente depois do treinamento […] o Grupo RBS pôde realizar uma instalação mais elaborada e aprimorada, onde foi possível implementar todas as funcionalidades da ferramenta.
Caso registrado a partir de entrevista com Régis Santos Zanini, gerente de infraestrutura e segurança corporativa do Grupo RBS. O material de origem não traz data; os números de parque, os módulos e a composição do grupo são os do registro. As citações estão no texto original, com a grafia atualizada para a ortografia vigente.