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7 ações para tornar os dados da sua empresa mais seguros

Sete medidas que não dependem de comprar nada de novo — dependem de medir o que já existe e agir sobre o que a medição mostrar.

Grelha de sete medidas de segurança que dependem de medir o que já existe.

As listas de segurança costumam terminar em recomendações que a empresa já conhece e não consegue executar. Estas sete são diferentes num ponto: cada uma começa por uma medição, e a medição é a parte que quase sempre falta.

1. Descubra quantas máquinas existem realmente

Antes de proteger, conte. O número que os recursos humanos têm, o que o imobilizado tem e o que a rede mostra raramente coincidem. A diferença entre eles é exatamente o conjunto de equipamentos que ninguém está a proteger.

2. Meça a proteção em vez de a presumir

Antivírus instalado não é antivírus atualizado, e antivírus atualizado em 70% do parque significa que 30% estão a descoberto. Trate a cobertura como percentagem, com a lista nominal das máquinas que estão fora. Percentagem sem lista não gera ação.

3. Feche as partilhas esquecidas

Levante todas as pastas partilhadas da rede, com o caminho, o tipo de acesso e quem chega a cada uma. As que estiverem abertas a Todos com acesso completo são as primeiras da fila. Este levantamento feito à mão é inviável; automatizado, é uma tarde.

4. Encripte o disco de arranque, e guarde a chave

Encriptação sem custódia da chave é meia encriptação: protege contra o ladrão e contra si próprio. Meça três coisas em conjunto — volume encriptado, método usado e chave de recuperação sob custódia. A falta de qualquer uma delas é um item em aberto.

5. Feche a distância entre a política e as versões instaladas

Defina a janela de atualização, aprove o que vai entrar e acompanhe que máquinas ficaram para trás. O patch que não foi aplicado é mais perigoso do que o patch que não existe, porque a vulnerabilidade correspondente já é pública.

6. Registe o uso de dispositivos amovíveis e as transferências

Não para vigiar pessoas: para poder responder depois. A política define o que é permitido; o registo define o que aconteceu. Sem o segundo, o primeiro é uma declaração de intenções.

7. Guarde o registo antes de precisar dele

As evidências não se criam depois dos factos. Se a empresa pretende, algum dia, sustentar uma decisão — disciplinar, contratual ou judicial — tem de ter registado o evento no momento em que aconteceu, com data, hora e origem. Isto é uma decisão de arquitetura, não de emergência.

O fio que liga as sete

Todas dependem de um agente que já esteja dentro da máquina a recolher dados. Nenhuma se resolve com um varrimento ocasional da rede, porque o equipamento que mais importa é justamente o que estava desligado na altura do varrimento. As páginas de Security e Inventory mostram estes sete itens em ecrã, num parque real.

Quer ver isso funcionando no seu parque?