Casos de cliente / Universidade de Caxias do Sul
Nove cidades, um só parque.
A UCS instalou o primeiro módulo do Tz0 em 2002. Continua instalado. Pelo caminho, o parque cresceu para cerca de cinco mil dispositivos espalhados por nove cidades — e o inventário deixou de ser feito a pé.
O ponto de partida
O inventário era feito a pé.
Antes do Tz0, saber o que existia no parque obrigava um técnico a ir de unidade em unidade, a anotar configurações numa folha de cálculo. Com nove cidades e milhares de máquinas, a folha de cálculo já nascia desatualizada. A instalação de software seguia a mesma lógica: uma máquina de cada vez, no sítio onde ela estivesse.
Como nós temos várias unidades, há muitos computadores espalhados nessa grande rede.
A escolha
Três ferramentas em cima da mesa, uma semana de prova.
A universidade comparou três produtos, nacionais e internacionais. A avaliação do Tz0 começou com o agente instalado num único computador, sem servidor dedicado. Na primeira semana, já tinha mapeado entre 30% e 40% do parque — cerca de seiscentos computadores que ninguém precisou de visitar. Pesaram também a flexibilidade em ambiente híbrido, com mais de um sistema operativo a conviver, e o custo: a proposta ocupou um terço do orçamento previsto para o projeto.
Toda a implantação foi bem tranquila, até em comparação com os outros softwares.
O que lá corre
Um agente, vários módulos.
A implementação começou por Caxias do Sul, com inventário e distribuição de software, e foi avançando para as outras cidades. Com o tempo entraram a segurança, o acesso remoto e a medição de utilização. O tratamento dos pedidos de suporte passou a ser organizado pelo módulo de ciclo de vida.
O que mudou
Entregar mais depressa.
O ganho que a equipa refere primeiro não é poupança, é tempo de resposta. O inventário deixou de ser um projeto e passou a ser uma consulta. A renovação de mil e oitocentos computadores foi conduzida com o parque mapeado antes de começar.
A gente agora está ganhando tempo, estamos entregando mais rapidamente a solução.
Com o Tz0 conseguimos diagnósticos em tempo real.
Vinte e quatro anos de renovação continuada, de dois módulos a seis.
Porque renovam
Falar com quem escreve o produto.
A proximidade surge como critério em quase toda a conversa. Não é cortesia: num parque distribuído por nove cidades, o custo de um problema por resolver mede-se em deslocações de técnicos.
A questão de ser uma empresa aqui da região ajudou muito também. A gente falava com o desenvolvedor do produto quando necessário.
Caso registado em 2015, a partir de entrevista com a equipa de TI da universidade. Os números do parque referem-se a esse momento; a parceria mantém-se desde 2002. As citações mantêm o texto original em português do Brasil.