LGPD e proteção de dados / Governança de IA
Governança de IA
A empresa já usa IA. Falta saber qual, quem e com o quê.
Uso de inteligência artificial medido, homologado e controlado na estação
Ninguém pediu licença para começar a usar IA no trabalho. Antes de escrever a política, a TI precisa saber o que já está acontecendo: quais serviços, em que máquinas, por quanto tempo e com que dado. O Tz0 responde com o mesmo agente que já está no parque.
Medição, regra e evidência no mesmo agente · tudo fica no servidor da empresa

Captura de um parque em operação. Nomes de pessoas e de máquinas são fictícios; números intactos.
O que o Tz0 faz com IA
Ver, decidir, conter, apurar.
Quatro perguntas que aparecem logo depois do primeiro susto com IA na empresa. Cada uma é respondida por uma parte do produto que já existe — e a licença decide quem enxerga cada parte.
Ver
Quem usa IA, qual serviço, em que máquina e por quanto tempo — no navegador e nos aplicativos instalados, dia a dia e hora a hora.
Decidir
Uma lista de IA homologada e liberações por grupo de máquinas. O que fica fora da regra aparece separado, com tempo e pessoa.
Conter
A regra escolhe a reação: guardar evidência, avisar o gestor por e-mail na hora ou fechar o programa ou a aba.
Apurar
O que foi colado na IA e de onde veio, o que voltou para um documento e quais arquivos o próprio agente de IA gravou no disco.
Uso de IA
Primeiro, o retrato.
Política escrita sem medição vira palpite. A tela de uso de IA conta o que o agente viu: serviço, tempo, pessoa e máquina, separados pela situação de homologação.



Telas de um parque real em operação. Nomes de pessoas, de máquinas e de empresas são fictícios; números, percentuais e interface estão intactos.
Homologação
Liberar não é o contrário de bloquear.
Proibir toda IA empurra o uso para o celular, onde ninguém mede nada. O caminho que funciona é homologar o que a empresa aceita, liberar por grupo o que um setor precisa e enxergar o resto.


IA na sombra
O que conversa com IA sem passar pelo navegador.
Bloquear o site do ChatGPT não resolve quando um script na máquina chama a API direto. O Tz0 cruza o que está instalado com as conexões de rede de cada programa e separa o que é aplicativo de IA conhecido do que ninguém declarou.

Tz0 Security
A regra escolhe a reação.
Nem toda IA fora da regra merece bloqueio. A política do Security tem três degraus — monitorar, avisar e bloquear — e cada regra registra o que fez, para que a empresa possa mostrar depois que a norma era cumprida.


Tz0 Forensics
Quando a pergunta é o que foi enviado.
Depois de um vazamento, a pergunta deixa de ser se alguém usa IA e passa a ser o que saiu da empresa por ela. Esta parte é do Forensics e só aparece para quem tem a licença do módulo.




O que cada perfil enxerga é decidido pela licença, não pela boa vontade do administrador: cliente sem Forensics não vê esta parte.
LGPD
IA sediada fora do país é transferência internacional de dado.
Colar um documento num serviço de IA hospedado em outro país é transferir dado pessoal para fora — e a LGPD trata disso no artigo 33. O Tz0 aponta quando um serviço sediado fora entra em uso, para que a decisão seja da empresa, não do acaso.

Transparência
Como o próprio Tz0 usa IA.
Algumas telas têm um botão Análise da IA, com Claude ou OpenAI à escolha. Nada vai sozinho: a análise só é feita quando alguém clica em Gerar análise, e o que segue é o recorte daquela tela — totais, motivos e contagens. Dispositivos ficam fora, e a própria tela diz isso ao lado do botão.
Traga a sua política de IA. A gente mostra o que ela já pega no seu parque.
Conversa técnica de 30 minutos: você conta como a empresa trata IA hoje, e a gente mostra o que o Tz0 mede, libera e bloqueia — no seu cenário, não num exemplo.